Clima esquenta e derruba nível das campanhas

Boataria, denúncias e folhetos apócrifos ajudam a baixar o nível da campanha Brasil afora. Em Belo Horizonte, o deputado estadual Antônio Júlio (PMDB) acusou ontem coordenadores da campanha de Márcio Lacerda (PSB) de contratar um grupo para intimidar Leonardo Quintão (PMDB) na rua. Lacerda refuta a suspeita.Em São Luís, a Justiça Eleitoral mandou apreender o folheto Mensagem aos evangélicos, que tratava comunistas - Flávio Dino, do PC do B, está no segundo turno - de "assassinos de cristãos". Já em Manaus, Serafim Corrêa (PSB) foi à Justiça contra a propaganda de Amazonino Mendes (PTB), que ridicularizaria seus projetos.Vila Velha (ES) assiste à boataria religiosa: há rumores de que, dependendo do vencedor, será extinto o principal evento evangélico ou a maior festa católica da cidade. Em Barra do Garças (MT), a candidata Maria Carvalho (PMDB) teve de desmentir boatos de que desistira - outra tática comum.

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