Classe média impulsiona crescimento do mercado de games no Brasil

Em uma das maiores feiras do gênero, em São Paulo, 80 mil pessoas conferiram as principais novidades de consoles e jogos.

Luís Guilherme Barrucho, BBC

15 de outubro de 2012 | 05h06

Nos últimos anos, o mercado de games no Brasil explodiu - e já é o quarto maior do mundo.

Impulsionado pelo crescimento da classe média, o setor faturou no ano passado R$ 840 milhões e pode atingir R$ 4 bilhões em 2016, segundo um levantamento da consultoria americana PricewaterhouseCoopers (PwC).

A expansão do mercado trouxe também novas oportunidades.

Em abril do ano passado, o paulistano Arthur Curiati, de 24 anos, e o paraibano Raiff Chaves, de 23 anos, decidiram fundar uma empresa dedicada a agenciar novos talentos do mundo dos games.

Ex-jogadores profissionais, eles esperam ganhar a vida com o crescimento do que chamam de "esporte eletrônico", de olho nos prêmios distribuídos nos principais torneios do setor - realizados tantos fisicamente, em grandes feiras, como virtualmente, pela Internet.

No entanto, em sua trajetória rumo ao topo, o Brasil ainda enfrenta desafios. Entre eles, estão a pirataria e o peso dos impostos. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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