Citados em delação negam existência de propina no exterior

Todos os envolvidos no suposto pagamento de propina por contratos de navios-sonda da Petrobrás negam relação com o caso e contestam a versão dos fatos dada pelo lobista Julio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato.

O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2015 | 02h04

Desde a divulgação do depoimento de Camargo no qual atribuiu ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a cobrança de US$ 5 milhões em propina, o deputado nega envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobrás e alega ser vítima de perseguição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e de integrantes do governo federal.

Nélio Machado, advogado de defesa de Fernando Baiano, sustenta que o cliente desconhece os fatos relatados por Camargo e nega ter contas no exterior. Defensor de Nestor Cerveró, Edson Ribeiro nega que o cliente tenha recebido propina pelos contratos dos navios-sonda.

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