Ciro pede "cautela" no caso de ACM

O pré-candidato à Presidência da República pelo PPS, Ciro Gomes, recomenda serenidade e equilíbrio no que diz respeito a uma eventual cassação do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA). "Estas coisas são extremamente delicadas e perigosas. O Antônio Carlos era o todo-poderoso e aliado do Fernando Henrique por seis anos. Contra ele me insurgi muitas vezes e o enfrentei publicamente?, disse. ?Agora, me recomenda a cautela, na medida em que ele vira um crítico do governo e de repente se vê caindo do céu do poder total para até a ameaça de cassação. É preciso que a gente não se iluda com miragens". Ciro não acompanhou o depoimento de ACM, hoje, perante a Comissão de Ética do Senado, porque estava voando para Fortaleza, onde ministra agora à noite palestra sobre economia e política para empresários."O que eu estou sentido, entretanto, é que a sociedade brasileira está absolutamente enojada com tudo isso", comentou. Sobre a confissão do senador José Roberto Arruda (sem partido-DF), Ciro a considerou "patética". No caso de Arruda, Ciro acha que tem que se apurar a responsabilidade e ver o que o ritual do Congresso estabelece. "Acho que ele merece a punição máxima para esse tipo de conduta. Não sei se é a cassação. Mas se for, que seja", opinou.

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