Cid Gomes critica 'antagonismo radical' entre PT e PSDB

Cid Gomes (PSB), governador do Ceará e irmão do deputado Ciro Gomes, disse hoje que não aceitará pressões e nem a imposição de partidos aliados. Ele se refere à pressa que, segundo ele, PT e PSDB lhe impõe para definir apoio ou não à pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Cid ainda espera ver Ciro candidato à sucessão do presidente Lula. E o senador tucano Tasso Jereissati aposta nessa possibilidade para fechar uma aliança com ele no Ceará.

CARMEN POMPEU, Agência Estado

15 de abril de 2010 | 19h23

Hoje, após acompanhar as obras do Eixão das Águas em companhia do ministro da Integração Nacional, João Santana, Cid criticou o que chamou de "antagonismo radical" entre PT e PSDB, pregando a união dos dois partidos. "Uma política de São Paulo não pode ser replicada compulsoriamente por todo o País. O próximo presidente da República, seja quem for, deveria lutar para que estivessem juntos PT e PSDB", pregou o governador cearense.

"Manter esse radicalismo não é bom. E eu não vou aqui, de maneira nenhuma, me render a essa coisa compulsória que PT tem que está fora do PSDB".

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