Chuva frustra ato em defesa de Lula em São Paulo

Organizado na noite desta quinta-feira, 10, por movimentos sociais e entidades ligadas à Frente Brasil Popular após o pedido de prisão feito pelo Ministério Público Estadual, o ato reuniu cerca de 100 pessoas nesta manhã

Valmar Hupsel Filho, O Estado de S. Paulo

11 de março de 2016 | 14h30

São Paulo - A forte chuva frustrou a realização da vigília em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no centro de São Paulo. Organizado na noite desta quinta-feira, 10, por movimentos sociais e entidades ligadas à Frente Brasil Popular após o pedido de prisão feito pelo Ministério Público Estadual, o ato reuniu cerca de 100 pessoas nesta manhã.

Ainda assim, lideranças de entidades como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), se revezaram ao microfone em um carro de som estacionado em frente à Catedral da Sé. Além de criticas à decisão do MPE, os oradores chamavam os presentes para o ato em defesa de Lula, marcado para o próximo dia 18 na Avenida Paulista, em que o ex-presidente confirmou presença.

"Foi uma peça político/panfletária. Tanto que nem a oposição apoiou, disse o coordenador da Central de Movimentos Populares, Raimundo Bonfim. A ideia inicial do ato, segundo Bonfim, era fazer a concentração na Praça da Sé, seguir andando até a porta da sede do Ministério Público Estadual e encerrar no Teatro Municipal.

Com a chuva, a caminhada foi cancelada e o ato se encerrou na Praça da Sé com gritos de "não vai ter golpe, vai ter luta". 

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