Chinaglia lembra peso do Executivo na ação legislativa

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), diz que, ao avaliar a produção da Casa, deve-se levar em conta o trabalho em torno da medida provisória, quase sempre alterada. Ele ainda atenua o fato de o Congresso votar muitos projetos do Executivo. Como exemplo, cita a Lei Seca, que proíbe o motorista de dirigir depois de beber - a proposta é de autoria da Câmara, com base em uma MP."As matérias que entraram na pauta foram escolhidas no colégio de líderes. Temos de votar o que tiver de melhor para ser votado e que repercuta positivamente na sociedade", afirma. Ele reconhece que, no sistema presidencialista, o peso do governo é grande: "É natural que o Executivo tenha propostas concretas, porque está governando o País."Arnaldo Madeira (PSDB-SP) concorda que no presidencialismo o Executivo dá o tom, mas critica Lula: "Ele tem prestígio, mas não o usa para definir o que quer e isso pesa no Congresso."

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