Cadu Gomes|EFE
Cadu Gomes|EFE

Chico Buarque deixa o Senado e reafirma que impeachment é 'golpe'

O cantor fez parte da comitiva da presidente Dilma e ficou na galeria do plenário desde cedo ao lado do ex-presidente Lula

O Estado de S.Paulo

29 de agosto de 2016 | 17h07

BRASÍLIA - Bastante assediado pela imprensa e causando um pequeno tumulto nos corredores do Senado, o cantor e compositor Chico Buarque deixou o Senado na tarde desta segunda-feira, 29, e evitou falar com a imprensa. Diante da insistência de jornalistas, Chico limitou-se a dizer que o impeachment era sim um "golpe" e reforçou que acha difícil que afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff seja revertido.

Chico fez parte da comitiva da presidente Dilma e ficou na galeria do Plenário desde cedo ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O cantor e compositor chegou de óculos escuros e foi assediado por parlamentares que tiraram fotos com o artista.

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