Chapa 'puro sangue' não é o mais viável, diz Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta sexta-feira, 18, ser difícil a formação de uma chapa "puro sangue" para a disputa da Presidência em 2014. "Não é hoje o mais viável, mas não é impossível", disse Alckmin.

CARLA ARAÚJO, Agência Estado

18 de outubro de 2013 | 16h45

Segundo o governador, a formação de uma chapa com candidato e vice do PSDB é mais difícil porque vivemos um quadro político multipartidário. "São 32 partidos, é muito partido, fica difícil", reforçou, ressaltando que ainda é muito cedo para que o partido tome essa decisão.

Questionado sobre a possibilidade de um palanque duplo em São Paulo por conta da possível candidatura de Eduardo Campos, do PSB, à Presidência, o governador esquivou-se. "Tudo isso só em 2014", afirmou.

Palanque duplo

A cúpula nacional do PSDB quer limitar a dobradinha de governadores tucanos com o PSB. Mas dirigentes tucanos no Paraná e aliados do governador Beto Richa (PSDB) já negociam a abertura do palanque a Eduardo Campos (PSB), possível adversário de Aécio Neves (PSDB) na disputa das eleições presidenciais de 2014. Mesmo que Richa e Campos não participem de um mesmo comício, os aliados admitem que o governador do Paraná poderá aparecer ao lado do governador de Pernambuco em materiais de campanha. No Paraná, PSB e PSDB são aliados históricos.

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