Chalita diz no rádio que Serra reduziu escolas de tempo integral

Tucano cometa sua realizações quando ministro da saúde e Haddad promete melhoras para zona leste ao lado de Lula

Guilherme Waltenberg - Agência Estado,

27 de agosto de 2012 | 13h50

São Paulo, 27 - O candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, afirmou nesta segunda-feira, 27, durante a segunda edição de seu programa eleitoral no rádio, veiculado entre 12h e 12h30, que o ex-governador e atual candidato à Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB), fechou metade das escolas de tempo integral que ele havia criado quando foi secretário estadual da educação. "Uma pena que o Serra fechou a metade das escolas de tempo integral. O Serra diminuiu porque ele estava brigado com o (governador Geraldo) Alckmin", afirmou. Em seguida, ele retomou um de seus bordões, de que vai deixar as "picuinhas" de lado. "Eu não vou entrar nessa briga, vou trabalhar para resolver os problemas da cidade", prometeu. Segundo o peemedebista, foram criadas 500 escolas de tempo integral no Estado quando ele era secretário.

Serra repetiu o mesmo programa desta manhã, no qual citou suas realizações enquanto ministro da saúde, como o tratamento gratuito para pacientes de Aids e os medicamentos genéricos. O tucano também criticou as administrações petistas em São Paulo e no governo federal por não investirem em metrô. Fernando Haddad, do PT, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prometeu melhoras para a zona leste de São Paulo e criticou as administrações de Serra e do atual prefeito Gilberto Kassab (PSD) na Prefeitura por não terem incorporado programas federais na capital paulista.

Celso Russomanno, do PRB, também veiculou o mesmo programa desta manhã, no qual critica o uso de padrinhos políticos por seus adversários. Paulinho da Força (PDT) focou o programa na questão da saúde e contou com a participação de seu vice, o médico do Corinthians Joaquim Grava. Soninha Francine criticou a educação, assim como Carlos Giannazi, do PSOL.

Pelo PSTU, Ana Luiza criticou os transportes, Anaí Caproni atacou os "capitalistas" que dominam São Paulo, Eymael (PSDC) disse que São Paulo deve ser governada como uma nação, Levy Fidelix (PRTB) afirmou que os adversários copiaram suas ideias e Miguel Manso (PPL) atacou a evasão de indústrias de São Paulo.

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