César Borges e Garotinho lamentam morte de Campos

Em nota divulgada nesta quarta-feira, 13, o ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), César Borges, lamentou a morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência, Eduardo Campos (PSB). "O Brasil perde um jovem e promissor político que demonstrou sua capacidade durante sua trajetória como administrador em Pernambuco. É uma perda para o Brasil e para Nordeste. À família e a Pernambuco, fica a minha solidariedade e consideração", diz a nota.

ANNE WARTH E LUCIANA NUNES LEAL, Estadão Conteúdo

13 de agosto de 2014 | 20h06

O candidato do PR ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, também lamentou a morte de Eduardo Campos. "Foi com tristeza que recebi a notícia do trágico acidente no qual morreram sete pessoas, entre elas o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB). Em meu nome, de minha família e dos republicanos do Estado do Rio de Janeiro lamentamos esse trágico acidente e o falecimento tão prematuro de um político de raízes históricas com o povo brasileiro. À sua família, e das demais vítimas, o nosso respeito e conforto nesse momento tão difícil", disse, em nota divulgada nesta quarta.

Debates e entrevistas

Por causa da morte de Eduardo Campos, a TV Globo adiou para a próxima semana, em dias a serem definidos, as entrevistas da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, e do candidato do PSC ao Palácio do Planalto, Pastor Everaldo, ao "Jornal Nacional". A série de entrevistas começou com Aécio Neves, candidato do PSDB, na segunda-feira, 11. Nesta terça-feira, 12, o entrevistado foi Campos. A presidente Dilma seria entrevistada hoje, em Brasília, e o Pastor Everaldo, na quinta-feira,14.

A TV Bandeirantes adiou o debate entre candidatos a governador que aconteceria em vários Estados, nesta quinta-feira, 14, a partir das 22 horas. Uma nova data será anunciada.

Eduardo Campos morreu nesta quarta-feira, 13, vítima de um acidente de avião, na cidade de Santos, no litoral de SP. Ele se candidatou à Presidência da República este ano após ter deixado o governo de Pernambuco com 76% de aprovação. Antes, foi deputado estadual e, em 1994, fez sua estreia no cenário político nacional como deputado federal.

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