André Dusek/Estadão
André Dusek/Estadão

CCJ da Câmara restringe acesso de manifestantes a reunião que discute maioridade penal

Comissão debate a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade de 18 para 16 anos

Pedro Venceslau , O Estado de S. Paulo

30 de março de 2015 | 15h48

BRASÍLIA - Depois de uma sessão tumultuada na última terça-feira, com direito a bate-boca entre deputados e pressão de manifestantes, a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que discute a redução da maioridade penal nesta segunda-feira teve o acesso restringido.

Apenas 15 ativistas contra e 15 a favor puderam entrar no plenário 1 da Câmara. A comissão debate a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. A presidente da União Brasileira de Estudantes (Ubes), Bárbara Melo (20) foi uma das ativistas que conseguiu vaga no plenário.

"A Câmara está criando dificuldades de acesso para nós", disse a líder estudantil, que mobilizou 60 estudantes para o ato. "Se (a PEC) passar por aqui, ninguém segura o plenário. Será uma sessão tumultuada. O PT tentará obstruir", prevê o deputado Capitão Augusto (PR-SP).

A sessão de hoje começou tumultuada e com bate-boca entre a deputada Erika Kokay (PT-DF) e o presidente da CCJ, Arthur Lira (PP-AL). Os petistas querem postergar a votação do projeto. 

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