Caso Cachoeira é lembrado por 17% dos brasileiros, diz CNI/Ibope

Assunto sobre relações entre contraventor e agentes públicos foi mencionado do que a Rio+20

Eduardo Rodrigues e Ricardo Brito, da Agência Estado

29 de junho de 2012 | 11h22

BRASÍLIA - Após um ano enfrentando denúncias que derrubaram vários ministros, a presidente Dilma Rousseff descolou o noticiário de denúncias de corrupção do seu governo. De março para junho deste ano, segundo o levantamento CNI/Ibope divulgado nesta sexta-feira, 29, as notícias de corrupção não ligadas diretamente ao governo federal subiram de 4% para 18%. O caso Cachoeira, também não ligado diretamente, foi mencionado por 17% dos entrevistados.

"É importante ressaltar que, na questão do Cachoeira, não está diretamente ligado ao governo federal, ao contrário da última pesquisa, quando as notícias de corrupção estavam ligadas aos ministérios", afirmou Renato Fonseca, gerente executivo da pesquisa. No levantamento de março, por exemplo, 5% dos entrevistados lembraram do noticiário de corrupção nos ministérios.

Ao mesmo tempo, as notícias relativas ao caso do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, é o assunto mais lembrado pelos entrevistados, com 17%. É acima até, a título de exemplo, da Rio+20, evento internacional de Meio Ambiente realizado no Rio de Janeiro este mês, com 6% das lembranças.

A pesquisa com 2.002 entrevistados foi realizada entre os dias 16 e 19 de junho em 141 municípios. O levantamento tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

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