Casa de viúva de ACM é 'arrombada' por decisão judicial

Informação foi denunciada por líderes no Senado, que disseram que dona Arlete não pode entrar na residência

Eugênia Lopes, de O Estado de S.Paulo

11 de março de 2008 | 17h39

Líderes de oposição acabaram de denunciar no plenário do Senado que a residência de Arlete Magalhães, viúva do senador Antonio Carlos Magalhães, foi "arrombada" na tarde desta terça-feira, 11, por decisão judicial,  para que fosse feito um levantamento das obras de arte existentes na casa.   Segundo o líder do DEM, Agripino Maia (RN), e do PSDB, Arthur Virgílio(AM), a casa, localizada em Salvador, foi aberta com o uso de uma chave mestra, a mando de uma juíza da Bahia que é casada com o ex-líder do PT na Câmara, deputado Nelson Pelegrino.   Virgílio informou ainda que dona Arlete está proibida de entrar na residência. O senador Tasso Jereissati também reclamou "da ordem judicial". "Foi um ato de truculência", disse Agripino.   Segundo a Agência A Tarde, a informação ainda não foi confirmada pelo Tribunal de Justiça (TJ-BA), e somente o magistrado responsável pelo caso está autorizado a falar, segundo o assessor Francisco Ribeiro.   O neto do senador não quis falar sobre o incidente, alegando que o porta-voz da família sobre o caso será o senador Antônio Carlos Magalhães Júnior, informou A Tarde. Segundo o deputado, o caso era empresarial, e tornou-se agora um problema pessoal.  

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