Cardozo lamenta morte de Brossard e lembra de sua contribuição para a democracia

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, divulgou nota de pesar pelo falecimento do jurista Paulo Brossard. O ministro aposentado e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) morreu, aos 90 anos, na manhã deste domingo, 12, em casa, em Porto Alegre (RS).

MURILO RODRIGUES ALVES, Estadão Conteúdo

12 Abril 2015 | 16h16

Cardozo assinalou a "contribuição relevante" de Brossard ao País na luta pela redemocratização e no desempenho da função de ministro da Justiça, no governo Sarney, e, em seguida, como ministro do STF, entre 1989 e 1994.

A nota destacou ainda que coube a Brossard, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comandar a realização do plebiscito que escolheram a República e o Presidencialismo como forma e sistema de governo do Brasil.

"Diante de seu legado como homem público, político, jurista, ministro do STF e advogado, é que, nesse momento de dor de seus amigos e familiares, apresento sinceras condolências", afirmou Cardozo, em nota.

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