Candidatos evitam temas polêmicos em debate no RS

Os sete candidatos ao governo do Rio Grande do Sul que participaram do debate promovido pela TV Record e Rádio Guaíba no final da noite desta segunda-feira optaram pelo destaque de suas propostas e evitaram os temas polêmicos. As emissoras não convidaram os concorrentes do PCB e do PSTU porque os partidos não têm representação na Câmara Federal.

ELDER OGLIARI, Agência Estado

21 de setembro de 2010 | 01h29

Entre os candidatos mais bem colocados nas pesquisas, Tarso Genro, do PT, prometeu incentivos fiscais para descentralizar o desenvolvimento e um seguro cambial para os pequenos produtores rurais. José Fogaça, do PMDB, disse que vai oferecer bolsas de estudo para o ensino médio e incentivos fiscais para as cooperativas.

Yeda Crusius, candidata à reeleição pelo PSDB, voltou a destacar que seu governo ajustou as finanças do Estado e, graças a isso, colhe frutos como recentes índices de crescimento superiores à média nacional, resultados que a credenciariam a continuar o projeto.

Ao final, Tarso pediu votos para a candidata de seu partido, Dilma Rousseff. Já Yeda Crusius lembrou duas vezes que a candidata que apoia ao Senado é Ana Amélia Lemos (PP), mas não chegou a citar o candidato do PSDB à presidência, José Serra. Fogaça, que não deu palanque a nenhum dos candidatos à presidência, conclamou seus simpatizantes à mobilização na reta final da campanha.

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