Candidatos da OAB-SP convergem na defesa da classe

Apesar de alguns momentos polêmicos, marcados por troca de acusações sobre temas como aborto ou controle de drogas, os três candidatos à presidência da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) mostraram nesta segunda-feira (26), no debate promovido pelo Estado - e transmitido pela TV Estadão - um objetivo em comum: todos defendem a manutenção das prerrogativas da classe na capital paulista.

FAUSTO MACEDO E RICARDO CHAPOLA, Agência Estado

27 de novembro de 2012 | 09h14

A eleição será realizada nesta quinta-feira (29). Marcos da Costa, candidato da situação, com apoio do atual presidente, Luiz Flávio Borges D?Urso - que está no posto há 9 anos - foi seguidamente cobrado pelos dois rivais oposicionistas, Ricardo Sayeg e Alberto Zacarias Toron. De saída, acusado de não ter propostas, o candidato situacionista rebateu: "Não é uma candidatura personalista. Estou bastante preparado para presidir a entidade".

Pouco depois, Costa era acusado por Toron num caso de crime ambiental. "Instrumentalização para fins políticos não pode acontecer", afirmou Toron.

Os três convergiram, porém, na discussão sobre a prerrogativa da saúde para os advogados paulistas - nascida da proposta de Sayed de criar hospitais exclusivos para a classe. "O advogado, quando fica doente, é lançado à miséria. A OAB serve para defender a Constituição, para atender os direitos fundamentais da população. Mas ela também serve para defender o advogado", advertiu Sayeg."Só critica esse projeto quem tem plano de saúde milionário." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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