Candidatos acusam-se em debate mais duro da corrida presidencial até agora

Segundo petista, Paulo é 'braço direito, braço esquerdo e talvez até a cabeça. Ele coordenou os principais projetos do Serra'; para tucano, Erenice Guerra montou 'amplo esquema de corrupção na Casa Civil'

Jair Stangler e Rodrigo Alvares, Estadão.com.br

26 de outubro de 2010 | 00h54

No debate mais duro até agora na corrida á Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) trocaram as acusações mais pesadas durante o encontro na TV Record na noite desta segunda-feira. Questionada sobre sua ex-braço direito Erenice Guerra, a petista afirmou que 'foi um fato importante' o depoimento dela e voltou a citar o caso de Paulo Preto e disse que o ex-diretor da Dersa "levantou dinheiro público" para a campanha do tucano.

 

Segundo a petista, Paulo é "braço direito, braço esquerdo e talvez até a cabeça. Ele coordenou os principais projetos do Serra, Rodoanel, Marginal e Jacu-Pêssego. E aí quando cai viga, ele diz que isso é 'competência"'. "Ela levanta essa questão para dizer que em política é todo mundo igual. Não é não. Ela teve como braço direito uma senhora, a Erenice, que montou um amplo esquema de corrupção na Casa Civil." Serra afirmou que Dilma foi testemunha de defesa do José Dirceu no caso do mensalão.

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