Candidato do PV diz que não aceitará doação de empresas

Eduardo Jorge pretende contar com contribuições de pessoas físicas e do financiamento público do Fundo Partidário

CARLA ARAÚJO, Estadão Conteúdo

30 de julho de 2014 | 18h05

O candidato à Presidência da República, Eduardo Jorge (PV), informou nesta quarta-feira que não aceitará doações de empresas e pretende contar apenas com contribuições de pessoas físicas e do financiamento público do Fundo Partidário para a sua campanha. "As campanhas estão ficando cada vez mais caras, e cada vez menos falamos diretamente aos nossos eleitores. Defendemos campanhas com poucos custos", afirmou, em nota.

Jorge diz ainda que solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a redução do teto máximo de gastos da campanha de R$ 90 milhões para R$ 15 milhões. O pedido de revisão foi apresentado ao TSE pelo partido no último dia 14 e ainda aguarda deliberação. O teto máximo previsto anteriormente havia sido decidido na convenção nacional do PV baseado no cálculo apresentado no registro da candidatura anterior, de 2010.

Além de defender apenas o financiamento público e de pessoas físicas, o candidato disse que, para uma "campanha mais racional e próxima do povo", ele é a favor do voto distrital misto e facultativo. "Essas reformas visam, pelo programa do PV associado com a retomada do debate sobre o parlamentarismo, fortalecer a democracia representativa", diz.

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