Candidato do PSDB em MS, Azambuja chama PT de facção

Tucano também critica Ibope, que, na sua avaliação, 'fabrica pesquisas' e 'não tem mais credibilidade'; ele se mostrou confiante

LUCIA MOREL, Especial para o Estado

26 de outubro de 2014 | 13h00

CAMPO GRANDE - O candidato ao governo do Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PSDB) disse neste domingo, 26, que o Ibope é um instituto que fabrica pesquisas e que não tem mais credibilidade. Durante sua votação nesta manhã, ele se mostrou confiante no resultado das urnas e ainda comentou sobre jornais apócrifos jogados em frente às seções eleitorais e outros crimes que teriam sido cometidos pelo partido de seu adversário na campanha, o candidato Delcídio do Amaral (PT).

O tucano destacou que a tônica da campanha petista no Mato Grosso do Sul foi de denúncias vazias. "O PT não é um partido, é uma facção. Eles se baseiam em ataques à família, não respeitam filhos, netos, esposa. Eles querem o poder pelo poder", sustentou.

Azambuja destacou que, durante as três semanas do segundo turno, a campanha foi "suja". "São graves denúncias contra o PT com folhetos apócrifos apreendidos no diretório do partido, cavaletes nossos que estavam sendo roubados por uma pessoa que está na lista de pagamento do partido, computadores apreendidos pela PF (Polícia Federal) na produtora do partido, e, no sábado, 25, apreensão de cestas básicas em Corumbá e venda de gasolina em várias cidades do Estado."

Sobre as pesquisas de intenção de voto, o candidato disse que "a melhor pesquisa são as urnas" e que os institutos erraram desde o primeiro turno, ressaltando especificamente que "o Ibope não tem mais credibilidade".

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