Campos (sobre vaias): 'A gente colhe o que planta'

O presidenciável do PSB, Eduardo Campos, disse que "se colhe o que se planta", em relação às vaias e hostilidades direcionadas à presidente Dilma Rousseff no jogo de abertura da Copa, realizado ontem no Itaquerão. Em entrevista à rádio CBN de Cascavel (PR), Campos ressalvou contudo que as manifestações podem ter sido inapropriadas. "Talvez possa não ter sido a melhor forma de expressar esse mau humor, essa discordância (da população), mas o fato é que vale o ditado: Na vida a gente colhe o que a gente planta", disse o pessebista.

ANA FERNANDES, Agência Estado

13 Junho 2014 | 15h45

Campos repetiu que o desejo de mudança é crescente na população brasileira, o que o leva a estar confiante na vitória dele e de sua vice Marina Silva nas urnas em outubro. O pré-candidato foi questionado sobre suas propostas para o Paraná, ao que respondeu que o Estado não pode continuar sendo "perseguido" por causas de brigas políticas. "O Paraná é um Estado que tem dado muito ao Brasil e que tem recebido pouco do Brasil. Não se pode misturar interesses de um Estado com os interesses de partidos políticos." Enquanto a Presidência é do PT, o Paraná é governado pelo tucano Beto Richa, que tenta a reeleição com apoio do PSB local.

Com relação a propostas concretas para o Paraná, Campos disse que, se eleito presidente, trará mais recursos para obras de infraestrutura, como de ferrovias que façam a ligação do oeste paranaense aos portos. No plano nacional, Campos voltou a criticar a condução da economia e o número de ministérios do governo Dilma Rousseff.

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