Anderson Riedel/PR - 7/5/2021
Anderson Riedel/PR - 7/5/2021

Campanha presidencial é uma só, ‘online’ e ‘off-line’; leia análise

Pesquisas recentes mostram a importância das mídias sociais na construção da imagem pública política dos presidenciáveis e como a corrida por engajamento nas redes movimenta o cenário eleitoral

Érica Anita*, O Estado de S.Paulo

23 de novembro de 2021 | 05h00

Os brasileiros parecem ter se habituado a não ter uma pausa entre as campanhas. Parte das questões políticas acontecem nas mídias sociais, onde também se formam os nichos de apoio ou enfrentamento a temas ou figuras políticas. 

Pesquisas recentes mostram a importância das mídias sociais na construção da imagem pública política dos presidenciáveis e como a corrida por engajamento nas redes movimenta o cenário eleitoral. 

A disputa pelo engajamento é por vezes tão agendada pela imprensa e pela academia como se a escolha pelo próximo presidente fosse se decidir ali mesmo. É verdade que o investimento nas mídias sociais nas campanhas eleitorais tem crescido ao longo dos anos e em 2022 não será diferente. Mas uma campanha não se faz apenas online. O que se pode chamar de “campanha tradicional” mantém seu peso e chega a locais em que nem toda mídia social consegue adesão. O que é preciso considerar, sempre, é que a campanha eleitoral é uma só: online e off-line trabalham juntos.

*Cientista política e pesquisadora do grupo Opinião Pública da UFMG

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