Campanha presidencial agora é precipitação, diz Alckmin

Para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), é um equívoco a antecipação da campanha presidencial para 2014. "Acho isso uma precipitação. Estamos em ano ímpar e não tem eleição em ano ímpar, só em ano par", afirmou Alckmin nesta segunda-feira, em Sorocaba, interior paulista. A crítica não fez referência direta aos políticos, mas foi dirigida àqueles que estão com a campanha em curso, como o tucano Aécio Neves, apoiado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e a presidente Dilma Rousseff, lançada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Acho que é um equívoco antecipar a campanha eleitoral porque você encurta o governo", justificou.

JOSÉ MARIA TOMAZELA, Agência Estado

25 de fevereiro de 2013 | 19h05

Perguntado se também seria candidato à Presidência em 2014, o governador ironizou. "Eu sou candidatíssimo a presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro que se cuide", disse, numa referência ao atual presidente do clube do litoral paulista.

Alckmin esteve em Sorocaba na companhia de quatro secretários estaduais para inaugurar laboratórios na Faculdade de Tecnologia (Fatec) local. Antes, o governador inaugurou uma unidade do Corpo de Bombeiros e fez o lançamento de uma indústria em Itapetininga.

A um prefeito da região, ele teria revelado incômodo com a largada antecipada de Aécio Neves na disputa presidencial, já que não teria havido uma conversa prévia no partido.

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