Campanha de Marina chama vídeo fraudado de 'tosco'

Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, a campanha de Marina Silva (PSB) à Presidência da República informou que recorrerá ao Ministério Público e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para apurar a origem do vídeo veiculado nas redes sociais em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) supostamente pede votos à sua ex-ministra do Meio Ambiente. Em nome da coligação - PSB, Rede Sustentabilidade, PPS, PPL, PHS, PRP e PSL -, a nota "denuncia como tosco e fraudulento" o vídeo. Na versão original, Lula pede votos à deputada federal Marina Sant''Anna (PT), que concorre ao Senado por Goiás.

DAIENE CARDOSO, Estadão Conteúdo

28 de agosto de 2014 | 19h17

A campanha pede que o MP e o TSE determinem a abertura de inquérito e tomem providências para identificar o responsável pela montagem e veiculação da imagem. "A coligação repudia o uso indevido da imagem de sua candidata e da marca da aliança. Expediente dessa ordem contraria os princípios éticos que caracterizam a candidata Marina Silva e os partidos que integram nossa coligação, empenhados em uma campanha eleitoral republicana e propositiva", diz a campanha. Nesta tarde, o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, anunciou que tomará medidas judiciais e administrativas para retirar o vídeo de circulação.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.