Campanha de Alckmin custará mais que de Mercadante

O PSDB e o PT protocolaram na tarde de hoje, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), pedido de registro de seus candidatos à sucessão ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual de São Paulo. Os tucanos estipulam um gasto de R$ 58 milhões na campanha eleitoral de Geraldo Alckmin. O valor previsto pelo PT para a candidatura do senador Aloizio Mercadante é 20% menor: R$ 46 milhões.

GUSTAVO URIBE, Agência Estado

05 Julho 2010 | 20h23

Para os candidatos ao Senado Federal na chapa de apoio a Alckmin, chamada "Unidos Por São Paulo" e formada por PSDB, PMDB, DEM, PSC, PPS, PHS e PMN, a previsão de gastos é de R$ 23 milhões. Isso vale tanto para o ex-secretário estadual Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) como para o ex-governador Orestes Quércia (PMDB).

Na chapa ao Senado pela coligação "União para Mudar", formada por PT, PRB, PCdoB, PDT, PR, PRP, PRTB, PSDC, PTdoB e PTN, a estimativa é de R$ 12 milhões para cada um dos candidatos: a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) e o vereador José de Paula Neto (PCdoB), o Netinho.

Patrimônio

Os partidos também entregaram ao TRE-SP a declaração de bens dos candidatos. Alckmin tem um patrimônio de R$ 940.800,73, formado por dois veículos, um de R$ 24 mil e outro de R$ 50 mil, uma casa em Pindamonhangaba (SP), um apartamento no Guarujá (SP) e um prédio comercial também em Pindamonhangaba, entre outros bens. Mercadante declarou patrimônio de R$ 460.875,70, composto por um veículo avaliado em R$ 89.500 e uma casa no bairro de Pinheiros (SP), entre outros bens.

O ex-governador Quércia declarou patrimônio próximo a R$ 1 bilhão, formado por dois veículos, 38 imóveis e 5 terrenos, entre outros. A ex-prefeita Marta Suplicy listou bens que totalizam R$ 12 milhões, composto por dois imóveis no Guarujá (SP), um em Ubatuba (SP), um apartamento no bairro de Moema (SP) e sua residência no Jardim Paulista (SP), entre outros. O prazo para os registros de todas as candidaturas terminou às 19 horas de hoje.

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