Câmara da Crise não mexe no horário de verão

O presidente da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (GCE), ministro Pedro Parente, disse que desconhece qualquer estudo no âmbito da GCE para antecipação do horário de verão. Segundo ele, o impacto do horário de verão é mais significativo em relação à hora de pico de consumo. Com o plano de racionamento, explicou, o consumo no horário de pico já está um pouco menor. Medidas adicionais às que já foram tomadas sempre estão sendo analisadas pela Câmara, disse. Mas, no caso de horário de verão, Parente declarou que "isso não foi cogitado". Entre as medidas adicionais, está a possibilidade de adoção do feriado às segundas ou sextas-feiras. Segundo o ministro, se a GCE chegar à conclusão de que faz sentido adotar um feriado, será estabelecido um gatilho, em função do nível dos reservatórios que abastecem as usinas hidrelétricas. "Se a Câmara achar que é recomendado fazer, vamos fazer", afirmou. De acordo com suas informações, caso a idéia venha a ser adotada, a Câmara deverá propor qual o limite mínimo do nível de reservatórios para que o gatilho seja acionado.

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