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Câmara adia criação de grupo de trabalho para discutir reforma política

Disputa de petistas pela coordenação do grupo de trabalho gerou impasse que motivou adiamento

Daiene Cardoso e Eduardo Bresciani, Agência Estado

10 de julho de 2013 | 19h29

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), suspendeu a instalação do grupo de trabalho para discutir a proposta de reforma política após um "curto-circuito" entre petistas. Prevista para ocorrer nesta quarta-feira, às 18 horas, a instalação do grupo foi adiada para a próxima semana, véspera do início do recesso parlamentar, porque os deputados Henrique Fontana (RS) e Cândido Vaccarezza (SP) disputam a coordenação do grupo.

O grupo de trabalho foi anunciado após a confirmação do "sepultamento" da proposta de plebiscito encampada pelo Palácio do Planalto. Embora o PT insista na realização de um plebiscito ainda este ano e promete coletar assinaturas para um decreto legislativo convocando a consulta popular, o partido indicou Fontana para o grupo, mas Alves escolheu Vaccarezza.

"Houve um curto-circuito aí e eu já suspendi a instalação dos trabalhos. Uma comissão que quer resolver, não pode começar não resolvendo ela própria", disse o presidente da Câmara. Alves disse esperar que o partido entre num acordo, se unifique e seja pacificado até o final da semana para que o grupo inicie os trabalhos e apresente uma proposta de reforma em 90 dias.

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