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Calero nega audiência para gravar Temer e diz que 'cumpriu obrigação'

Ex-ministro divulgou nota no Facebook afirmando que nunca agiu 'de má fé ou de maneira ardilosa' e que 'não compactua com ilícito'

Daniel Weterman, O Estado de S. Paulo

25 de novembro de 2016 | 12h43

São Paulo - O ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, divulgou uma nota nesta sexta-feira, 25, negando que tenha solicitado audiência com o presidente Michel Temer (PMDB) com a intenção de gravar uma conversa no gabinete presidencial. O texto foi publicado no perfil de Calero no Facebook.

O ex-ministro, que pediu demissão e depois falou que foi pressionado pelo então ministro Geddel Vieira Lima para a liberação de um empreendimento do interesse de Geddel na Bahia, falou que durante sua trajetória, nunca agiu "de má fé ou de maneira ardilosa".

Comentando o episódio envolvendo Geddel, que nesta manhã pediu demissão do cargo, Calelo afirmou que cumpriu sua obrigação "como cidadão brasileiro que não compactua com o ilícito e que age respeitando e valorizando as instituições."

Nota na íntegra:

"A respeito de informações disseminadas, a partir do Palácio do Planalto, de que eu teria solicitado audiência com o presidente Michel Temer no intuito de gravar conversa no Gabinete Presidencial, esclareço que isso não ocorreu.

Durante minha trajetória na carreira diplomática e política, nunca agi de má fé ou de maneira ardilosa.

No episódio que agora se torna público, cumpri minha obrigação como cidadão brasileiro que não compactua com o ilícito e que age respeitando e valorizando as instituições."

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