Cachoeira não depõe alegando temer por sua integridade física

Alegando temor pela integridade física do empresário de jogos eletrônicos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, seus advogados enviaram um fax hoje ao Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce), da Polícia Civil do Paraná, pedindo para que ele seja ouvido por carta precatória no inquérito que investiga possíveis irregularidades em licitação de 2001, vencida pela Larami, para controlar o serviço de loteria on-line do Paraná. Cachoeira adquiriu a empresa, juntamente com dois sócios argentinos, alguns meses antes da concorrência.De acordo com os advogados Jeovah Viana Borges Júnior e Marcelo Jacob Borges, em decorrência do caso Waldomiro Diniz, ex-assessor da Casa Civil do Palácio do Planalto, acusado por Cachoeira de corrupção, o denunciante e familiares vivem "profundo sentimento de medo, na medida em que se sentem ameaçados, uma vez que o caso tomou proporções incomensuráveis". O delegado Nailor Robert de Lima disse que é mais provável que ele irá na próxima semana a Anápolis (GO) para ouvi-lo pessoalmente.

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