Cabral nega ao PMDB intenção de ser vice de Dilma

O PMDB nacional enquadrou nesta segunda-feira (15) a movimentação da legenda capitaneada pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, de lançar o nome do governador Sérgio Cabral como vice de Dilma Rousseff na eventual campanha de 2014 pela reeleição. Cabral foi constrangido a ligar para o vice-presidente Michel Temer e para o presidente do Senado, José Sarney, para desmentir a operação.

DÉBORA BERGAMASCO, Agência Estado

16 de outubro de 2012 | 11h44

O presidente do partido, Valdir Raupp, contou que também recebeu ligação de Cabral dizendo que não concorda com a posição de Paes, que "lançou" o nome do governador como candidato a vice de Dilma em um evento em São Paulo no domingo (14). Na ligação de ontem, o governador do Rio disse que Temer é seu candidato. A Raupp, Cabral afirmou que não deixará o comando de seu Estado para ajudar a cacifar seu vice-governador, Pezão, que disputará o governo no próximo pleito.

Sobre as declarações de Paes, Raupp amenizou: "Liguei para o Paes, está tudo bem. Acho que ele disse tudo isso porque estava no calor da vitória da eleição municipal". Indagado se faltará espaço a Cabral depois que deixar o posto de governador, Raupp negou: "Ele é um nome fortíssimo para disputar a Presidência em 2018". Sobre qual será seu papel no intervalo de quatro anos, o senador licenciado respondeu: "Podemos negociar um ministério importante para tocar nesse tempo". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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