Bruno covas deve se defender por escrito

Convidado a dar esclarecimentos sobre a tentativa de um prefeito de lhe pagar R$ 5 mil de propina por uma emenda parlamentar, o secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB), faz mistério sobre se comparecerá à reunião de hoje do Conselho de Ética. Por ser um convite - o órgão não tem poder de convocação - o secretário não é obrigado a comparecer. Por meio de sua assessoria, Covas disse apenas que "prestará todas as informações necessárias ao conselho".

AE, Agência Estado

11 de outubro de 2011 | 09h03

A reportagem apurou que o secretário foi aconselhado a enviar seus esclarecimentos por escrito. Um dos motivos é evitar ser confrontado com o áudio de uma entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo em que diz: "Uma vez, consegui uma emenda parlamentar de R$ 50 mil para obra de um município. Assinamos o convênio e depois o prefeito veio perguntar com quem ele deixava os 5 mil." Após a divulgação da entrevista, Bruno negou o episódio e afirmou que o caso foi um exemplo hipotético. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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