Brizola Neto quer unir PDT no apoio a Dilma

O recém nomeado ministro do Trabalho Brizola Neto (PDT-RJ), um dos representantes do governo federal na comemoração do Dia do Trabalho promovida pela Força Sindical em São Paulo, disse que agora é o momento de reafirmar a unidade do partido e o apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff.

BEATRIZ BULLA, Agência Estado

01 Maio 2012 | 13h06

Brizola Neto assume o lugar o ex-ministro Carlos Lupi, também do PDT, demitido há cerca de cinco meses da pasta por suspeita da corrupção. Sua escolha, no entanto, não agradou totalmente ao PDT.

A respeito das críticas da cúpula do partido, Brizola afirmou: "É natural do processo da escolha que surjam articulações e preferências." O futuro ministro qualificou como "pequenas divergências" a resistência da base de seu partido à sua nomeação. Segundo ele, há questões maiores para serem debatidas que devem unir o PDT.

Brizola Neto, de 33 anos, será o mais novo ministro do Gabinete de Dilma. Sua posse está marcada para a próxima quinta-feira (3). Por enquanto, preferiu não detalhar seu plano de trabalho à frente do Ministério. Defendeu, contudo, que haja aumento da produtividade do trabalho no País sem prejuízo dos direitos do trabalhador.

Além dele, também representaram o governo Dilma o chefe da secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho e o ministro do Esporte Aldo Rebello.

O evento da Força Sindical que ocorre na Praça Campo de Bagatelle, zona norte da capital, reuniu até o meio dia, segundo o comando da Polícia Militar, cerca de 50 mil pessoas.

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