Brizola e Garotinho taxaram inativos em seus governos

Dois radicais opositores da proposta de instituir uma contribuição previdenciária sobre vencimentos de funcionários aposentados, o presidente do PDT, Leonel Brizola, e o secretário de Segurança do Rio, Anthony Garotinho (PSB), fizeram a mesma cobrança, normalmente, durante seus governos no Estado.Desde os anos 70, a legislação fluminense determinava o desconto, para funcionários ativos e inativos, de 9% dos vencimentos para o Instituto de Previdência do Estado do Rio de Janeiro (Iperj), que pagava pensões. Havia ainda um pagamento de 2% para o Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj), de assistência médica - também pago pelos pensionistas. Eleito pela primeira vez em 1982, Brizola manteve descontos e alíquotas.Em 1999, Garotinho propôs a criação da Rioprevidência (fundo de pensões e aposentadorias do Estado). A medida acabou com os pagamentos para os dois institutos, unificando-os numa alíquota de 11% - também paga pelos funcionários aposentados - em favor da nova instituição. Pensionistas continuaram a pagar 2% - na época, recebiam 80% dos vencimentos dos titulares, funcionários do Estado.Veja o índice de notícias sobre as reformas

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