Brasileiros ainda são sexistas e preconceituosos, diz Dilma

Em seu perfil no Twitter, presidente aproveitou o 'Dia Mundial da Não Violência contra a Mulher' para falar sobre o assunto e destacar o programa do governo federal de combate à violência contra a mulher

Mateus Coutinho, O Estado de S. Paulo

25 de novembro de 2013 | 13h49

A sociedade brasileira ainda é sexista e preconceituosa, foi uma das declarações da presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira, 25,em seu perfil no Twitter. A presidente aproveitou as comemorações do "Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher", criado pela ONU em 1999, para comentar sobre o tema em seu microblog e falar sobre o programa "Casas da Mulher", da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

Para Dilma, a violência contra a mulher "é uma forma de preconceito do 'mais forte' contra a mulher apenas pelo fato de ser mulher" e envergonha a sociedade brasileira. A presidente aproveitou para destacar ainda o programa federal "Casas da Mulher", que prevê a criação de centros de atendimento às mulheres nas capitais.

Nestes centros há delegacias especializadas no atendimento ao sexo feminino, Ministério Público, Defensoria Pública e Judiciário, além de espaços para acolhimento e orientação para o trabalho.

Histórico. O dia 25 de novembro de 1960 ficou conhecido devido a violência cometida contra as irmãs dominicanas Pátria, Minerva e Maria Teresa, chamadas de "Las Mariposas". Contrárias à ditadura que assolava o país na época, elas foram perseguidas, presas, torturadas e assassinadas pelo governo.

Em 1981, organizações de mulheres de todo o mundo, reunidad em Bogotá, Colômbia, escolheram a data como o Dia da Não Violência Contra a Mulher. Em 1999 a ONU reconheceu a data como o "Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulher", para estimular governos e a sociedade a combater o problema.

Rede social. Em setembro, Dilma retomou sua conta oficial no Twitter e desde então tem se mostrado ativa, com comentários quase que diários sobre diversos temas. Naquele mesmo mês, o governo federal lançou novas páginas no Twitter, Instagram e Facebook.

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