Mastrangelo Reino/Estadão
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Brasil vai acompanhar julgamento de extradição similar ao caso de Pizzolato

A defesa de Ronald Van Coolwijk tem usado a situação do sistema carcerário do Brasil para tentar impedir extradição

O Estado de S.Paulo

17 de janeiro de 2015 | 02h04

O governo brasileiro acompanhará na Itália, no dia próximo dia 26, o julgamento de um pedido de extradição do holandês Ronald Van Coolwijk, condenado a 20 anos de prisão pela Justiça brasileira por tráfico de entorpecentes no Espírito Santo, mas fugiu para o país europeu, onde acabou detido em 2012. O caso chama atenção não só pelo fato de Coolwijk ter cometido um crime em território brasileiro, mas pela semelhança com o julgamento de Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil condenado no caso do mensalão.

Assim como o caso Pizzolato, a defesa do holandês tem usado a situação do sistema carcerário do Brasil para tentar impedir a extradição dele. Segundo o procurador da República Eduardo Pelella, que acompanhará os dois julgamentos em Roma, embora o caso de Coolwijk não seja determinante para a decisão sobre a extradição de Pizzolato, ele pode influenciá-lo pelo fato de a Corte ser uma referência para as demais.

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