Brasil e Cuba devem fortalecer combate à cólera no Haiti

Brasil e Cuba devem fortalecer a ação de saúde pública no Haiti para tentar conter a propagação dos casos de cólera no país. O assunto foi tema do encontro entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o vice-presidente de Cuba, José Ramón Machado Ventura. Segundo o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, já há médicos cubanos no Haiti que tem ajudado as autoridades brasileiras instaladas no país.

FERNANDO NAKAGAWA E LISANDRA PARAGUASSU, Agência Estado

02 de janeiro de 2011 | 15h27

De acordo com Patriota, a cooperação entre Brasil e Cuba tentará evitar que a cólera se alastre para, por exemplo, a vizinha República Dominicana, que já tem apresentado alguns casos da doença. No encontro, Dilma também reafirmou a cooperação entre as duas nações em temas como a assistência brasileira dada às autoridades cubanas para o desenvolvimento da cultura da soja na ilha.

Também de manhã, Dilma se reuniu no Palácio do Planalto com o presidente do Uruguai, José Mujica. No encontro, um dos assuntos foi a recente adoção do sistema de TV digital nipo-brasileiro pelos uruguaios. Nesse tema, o ministro Patriota informou, sem dar detalhes, que os dois presidentes conversaram sobre as ações de cooperação entre os países. Na reunião com Mujica, a nova presidente do Brasil também se comprometeu a manter a mesma frequência de contato com o colega uruguaio adotada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou seja, aproximadamente um contato a cada três meses.

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