Brasil defende cessar-fogo efetivo para proteger civis na Líbia

O governo brasileiro pediu na segunda-feira a implementação de um cessar-fogo efetivo na Líbia para garantir a proteção de civis e defendeu a criação de condições para resolver a crise no país pelo diálogo.

REUTERS

21 de março de 2011 | 20h06

Os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França lideram uma coalizão militar na Líbia desde sábado, quando iniciaram uma incursão no país do norte da África para impedir mais ataques das tropas do líder líbio, Muammar Gaddafi, contra civis.

"O Brasil reitera sua solidariedade com o povo líbio na busca de uma maior participação na definição do futuro político do país em ambiente de proteção dos direitos humanos", afirmou o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

Na semana passada, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma zona de exclusão aérea na Líbia para conter os confrontos entre os aliados de Gaddafi e os rebeldes, que exigem desde o mês passado o fim de seu regime de 41 anos -- na esteira das revoluções no Egito e na Tunísia.

A nota do governo brasileiro foi divulgada pelo Itamaraty no mesmo dia em que o presidente norte-americano, Barack Obama, deixou o Brasil com destino ao Chile, após visitar Brasília e Rio de Janeiro no fim de semana.

(Por Bruno Marfinati)

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