DOUGLAS MAGNO / AFP
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Bolsonaro passa por exames e deixa hospital em Brasília

Presidente esteve no Hospital das Forças Armadas logo após sobrevoar áreas atingidas por chuvas em MG

Mateus Vargas, O Estado de S.Paulo

30 de janeiro de 2020 | 20h37

BRASÍLIA O presidente Jair Bolsonaro esteve no Hospital das Forças Armadas, em Brasília (DF), para a realização de exames na noite desta quinta-feira, 30. Ele deixou o local por volta das 20h20. 

Ele caminhou do interior do hospital ao carro lentamente e com um dos braços apoiado sobre um assessor. Não há informações sobre quais exames o presidente realizou no hospital e a orientação no Planalto é manter sigilo sobre a ida ao hospital.

Bolsonaro chegou à capital federal no final da tarde desta quinta, após visita a cidades atingidas pelas chuvas em Minas Gerais

Bolsonaro anunciou horas antes de retornar a Brasília que não faria a transmissão semanal nas redes sociais em que fala sobre assuntos do governo. O Planalto chegou a afirmar às 18h15 que a "live" seria feita, mas cerca de 10 minutos depois recuou.

O presidente desembarcou por volta de 18h em Brasília. O Planalto não informa que horas ele entrou no hospital.

Saúde

Em dezembro do ano passado, Bolsonaro já havia sido hospitalizado após cair no banheiro do Palácio da Alvorada. Na ocasião, ele ficou em observação por cerca de um dia, após bater a cabeça, e teve alta sem complicações. 

No mesmo dia, o presidente concedeu entrevista ao programa Brasil Urgente e contou ao apresentador José Luiz Datena ter sofrido perda parcial de memória. O banheiro do Alvorada passou por adaptações de segurança após o tombo

O presidente tem enfrentado problemas de saúde desde que foi alvo de um atentado a faca ainda na campanha eleitoral, em setembro de 2018. Desde então, ele já passou por quatro cirurgias. 

Na última, realizada em setembro de 2019, os médicos corrigiram uma hérnia que surgiu sob a cicatriz das cirurgias anteriores, no local em que ele levou a facada. 

O procedimento consistia em colocar a porção do intestino que "escapou", formando a hérnia, e a colocação de uma tela para reforçar a parede muscular no abdômen, para evitar reincidências.

Segundo interlocutores do presidente, ele vinha reclamando de incômodo com a tela colocada no local da cirurgia.

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