Bolsa-Família dá dinamismo à economia, diz prêmio Nobel

Phelps, ganhador do prêmio em 2006 e crítico de programas sociais, diz que País está na 'direção certa'

Mônica Ciarelli, da Agência Estado,

26 de maio de 2008 | 16h25

Crítico de políticas de bem estar social, o economista e prêmio Nobel de Economia de 2006, Edmund Phelps, não classifica o Bolsa-Família do governo Lula como um programa assistência e, sim, como estrutural, que incentiva o dinamismo da economia brasileira. "É um grande passo na direção certa", afirmou. Phelps participou nesta segunda-feira, 26, da abertura do XX Fórum Nacional, na sede do BNDES no Rio. Veja Também:ESPECIAL: Os principais programas sociais do Lula   O economista acredita que o Brasil vive hoje um momento de grande oportunidade, com o preço das commodities em alta. Entretanto, precisa incentivar o dinamismo da economia - com investimentos em inovação tecnologia - porque o preço das commodities passa por ciclos.  O Bolsa-Família é o principal programa social do governo Lula e atende 11 milhões de pessoas. Criado em 2004, a partir da reforma e fusão de programas de transferência de renda já existentes, beneficia famílias em situação de pobreza - com renda mensal por pessoa de R$ 60 a R$ 120 - e extrema pobreza - com renda mensal por pessoa de até R$ 60.

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