DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
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Bia Kicis diz que filiação ao PSL será formalizada e quer presidir comissão na Câmara

Deputada federal eleita pelo PRP-DF vai trocar de partido e elevar de 52 para 53 a bancada do PSL na Câmara dos Deputados; ela quer liderar a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)

Daniel Weterman e Paulo Beraldo, O Estado de S.Paulo

17 de janeiro de 2019 | 11h41

Ao chegar para uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira, 17, no Palácio do Planalto, a deputada eleita Bia Kicis (PRP-DF) afirmou que sua ida para o PSL está confirmada e que o partido dará entrada no processo de filiação no dia 1º de fevereiro, quando os parlamentares eleitos tomarão posse. Ainda há dúvidas se os futuros deputados poderão mudar de partido antes da janela de troca, em março, sem correr risco de perder o mandato.

Bia Kicis quer presidir a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na Câmara, espaço negociado com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em troca do apoio do PSL à reeleição do parlamentar fluminense ao cargo. "Tenho a pretensão de presidir, já conversei com ele (Bolsonaro) e ele já me apoia", declarou a futura deputada. A comissão é a mais importante e é por onde passam os principais projetos.

A bancada do PSL na Câmara dos Deputados tem 52 parlamentares e é a segunda maior, atrás apenas do PT, com 56. Ela será liderada pelo Major Vitor Hugo (GO), que se elegeu pela primeira vez em outubro do ano passado. 

Logo após as eleições, o Estado mostrou que nove partidos não atingiram a chamada cláusula de barreira e ficarão sem estrutura partidária. As siglas são PCdoB, Rede, Patriotas, PHS, PRP, PMN, PTC, PPL e DC. Esses parlamentares têm sido procurados pelo PSL para aderirem à sigla. 

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