Bernardo espera que crise não atrase votação no Senado

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje, em Curitiba, esperar que as denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), e a CPI da Petrobras, não causem problemas nas votações de projetos que considera importantes para o País. Ele citou especificamente as alterações proposta para a Lei de Licitações. "Tinha uma divergência na votação, nós fizemos um acordo e os senadores ficaram de votar em agosto", afirmou. "Espero que, ao lado da disputa e da briga política que tem lá, sejam feitas as votações."

EVANDRO FADEL, Agencia Estado

03 de agosto de 2009 | 17h04

Bernardo admitiu que a discussão de alguns projetos pode até ser envolvida nessa disputa. "Mas não me parece razoável", ponderou. "O que a alteração da Lei de Licitações tem a ver com a briga no Senado?" Ele salientou que é preciso separar as questões. "Deixe o pessoal resolver o problema lá, mas vamos tocando, dá para tirar um período para ir votando os projetos importantes", pediu. Em relação ao orçamento, ele não vê problemas. "Vamos mandar no final de agosto e tem que ser votado até dezembro", ressaltou.

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