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Beijo gay e maconha causam polêmica em SC

Uma cena de beijo gay e imagens da folha da maconha, acompanhadas de papel de seda, estão provocando polêmica na campanha eleitoral de Santa Catarina.

DÉBORA BERGAMASCO E DANIEL CARDOSO, Agência Estado

06 de setembro de 2012 | 10h17

Em Joinville, a polêmica envolve o candidato a prefeito do PSOL, Leonel Camasão, que mostrou em sua campanha na TV dois garotos se beijando.

A imagem tem menos de um segundo, mas foi o suficiente para que uma avalanche de telefonemas de eleitores chegasse à casa do candidato. "Já ouvi de tudo, até gente questionando minha sexualidade", desabafa Camasão. O candidato conta que a resistência maior é de pessoas religiosas ou velhas. O vídeo foi criado pelo partido em 2010.

Na capital, Florianópolis, o promotor de Justiça Eleitoral Sidney Eloy Dalabrida entrou na terça-feira com uma representação contra a propaganda do candidato a vereador Lucas de Oliveira (PSDB), que defende, em sua plataforma, a descriminalização da maconha.

"É um direito manifestar-se a favor da legalização, mas o que está sendo feito configura uma infração séria", diz Dalabrida.

Oliveira adotou o apelido de presidente THC, uma alusão ao principal composto da maconha e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defende a descriminalização da droga.

A campanha provocou revolta em mães e organizações que trabalham com jovens, que procuraram a PM e o Ministério Público.

Oliveira, que concorre a vereador pela segunda vez, afirma que não há a distribuição do papel de seda. O material seria vendido para ajudar na campanha - o pacote com 12 folhas sai por R$ 0,99. "É um santinho (nome e número da candidatura). O que muda é a miligramagem do papel." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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