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Bebês foram mortos por superdosagem

Superdosagem na hora de aplicar o remédio injetável benzilpenicilina potássica foi o que matou, no sábado, os dois bebês no Hospital Universitário (HU) de Taubaté, no interior paulista, informou nesta quarta-feira o Centro de Vigilância Sanitária. Raimundo Ferreira da Rocha, de 20 dias, e Luiz Felipe Emídio, de 37 dias, estavam internados com pneumonia. A diretora do CVS, Marisa Lima Carvalho, explicou que para calcular a dose para cada bebê o ideal era usar o frasco de medicamento com 1 milhão de Unidades Internacionais (UIs) e não o de 5 milhões como foi feito.No hospital, a assessora jurídica Bianca Galvão César não descartou nenhuma possibilidade para justificar a causa da morte das crianças. "Uma comissão de funcionários do hospital vai apurar os fatos, mas por enquanto não posso afirmar nada." Enquanto a comissão é formada, os profissionais que atenderam as crianças continuam trabalhando normalmente.A Agência Nacional de Vigilância Sanitária liberou hoje o uso e a venda do antibiótico benzilpenicilina potássica, fabricada pela empresa Prodotti Laboratório Farmacêutico. O medicamento havia sido interditado na noite de ontem como medida preventiva por causa das mortes dos bebês.

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