Base aliada adia votação da Lei de Falências

O vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), disse que a base aliada desistiu de votar ainda hoje o projeto que altera a Lei de Falências. Diante das dificuldades dentro da base aliada e da oposição à votação, não seria possível votar o projeto porque o quórum da sessão está baixo. São necessários pelo menos 257 votos e, na votação de um requerimento, apenas 280 deputados estavam presentes. Embora seja um número maior do que o quórum mínimo exigido, não dá à base aliada a segurança na aprovação dos projetos. Segundo o vice-líder, a sessão de hoje à tarde será utilizada para a apresentação do relatório do deputado Aroldo Cedraz (PFL-BA) sobre o projeto de lei complementar que altera o código tributário nacional. O seu substitutivo será discutido ainda hoje para ser votado na semana que vem. O projeto que altera a Lei de Falências só poderá ser votado após a aprovação do Código Tributário Nacional (CTN). Perguntado sobre se essa votação não seria prejudicada pela reforma da Previdência, Albuquerque explicou que a semana que vem será dedicada apenas à discussão da reforma da Previdência não à sua votação, que só deverá ocorrer na terça-feira seguinte.

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