Base aérea não tem sistema de pouso por instrumentos

Orientação da carta de aviação é que o piloto, em caso de mau tempo e ao não enxergar a pista, deve desistir do pouso e arremeter

Tânia Monteiro, O Estado de S. Paulo

13 de agosto de 2014 | 23h03

A pista da Base Aérea de Santos, local onde aterrissaria o avião que transportava o ex-governador Eduardo Campos, recebe pousos de aeronaves civis mediante pedido de autorização antecipado. Tem 1.390 metros de comprimento, por 45 metros de largura. O regulamento do Grupo de Transportes Especiais (GTE), da Presidência da República, exige que a pista para pouso de avião presidencial, por exemplo, tenha, no mínimo, 1.500 metros de extensão. A base não temo ILS, sistema especial de pouso por instrumentos. Segundo a Aeronáutica, o aeroporto também não tem torre de controle do tráfego aéreo. 

Seu serviço de informação e alerta funciona via rádio. Em caso de mau tempo, a orientação da carta de aviação é que o piloto, ao chegar a 700 pés de altitude, cerca de 220 metros, e não enxergar a pista, deve desistir do pouso e arremeter.

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