Baixada Santista pede dinheiro para combate à dengue

Prefeitos das nove cidades que integram a Região Metropolitana da Baixada Santista, no litoral paulista, reúnem-se nesta terça-feira, às 15 horas, na capital, com o secretário estadual de Saúde, José da Silva Guedes, a fim de solicitar a liberação demais verbas para o combate à dengue na região. A preocupação maior dos prefeitos é com a ampliação da epidemia no próximo verão, tendo em vista a presença do vírus tipo 3 e o provável aumento do número de casos da forma hemorrágica dadoença. Desde a semana passada, a Direção Regional de Saúde (DIR/19), que representa a Secretaria estadual de Saúde na Baixada, vem discutindo a elaboração do Plano Regional de Contingência Contra a Dengue, objetivando envolver todas as prefeituras em ações conjuntas de prevenção, mantendo ainda o mesmo protocolo de atendimento aos pacientes.O objetivo dos prefeitos é ampliar em pelo menos R$ 1,5 milhão o repasse anual de R$ 3,5 milhões, enviado não só para o combate à dengue, mas a outras 40 doenças.As prefeituras vão aproveitar o inverno para desencadear campanhas deconscientização da população para necessidade de eliminar os focos de proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. "Sem ovo não tem mosquito" é o slogan da campanha lançada hoje pela Secretaria de Saúde de Santos, na qual pretende destacar a importância de manter as residências e estabelecimentos comerciais livres das larvas do inseto.Na Praia Grande, os estudantes da rede municipal de ensino estão sendo mobilizados para uma campanha que vai até distribuir prêmios entre os alunos que se inscreverem numa espécie de gincana. Os agentes visitarão as casas dos estudantes inscritos, a fim de verificar se eles e seus vizinhos estão seguindo à risca todas as orientações para afastar o mosquito de suas residências. Em caso positivo, poderão ser sorteados com bicicletas e até computadores para a escola.

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