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Aves migratórias levam ameaça de febre do Nilo ao litoral nordestino

As aves migratórias que anualmente trocam o frio do hemisfério Norte pelo calor do hemisfério Sul já estão chegando ao litoral nordestino. A beleza da revoada também traz a ameaça de proliferação da temida febre do Nilo, doença transmitida pela picada de mosquitos que tenham tido contato com o sangue da ave contaminada.Para prevenir a entrada da virose no Brasil, especialistas da Universidade Federal Rural de Pernambuco, da Fundação Nacional de Saúde e do Centro de Vigilância Sanitária do Recife estão monitorando e coletando sangue de aves migratórias, que de outubro a abril habitam a Coroa do Avião, ilhota localizada no município de Itamaracá. De acordo com os pesquisadores, as aves migratórias são o principal reservatório do vírus causador da febre.O grupo passará pelo menos uma semana no local fazendo pesquisa, monitoramento e vigilância das aves. A exemplo do ano passado, o trabalho será estendido a outros Estados que recebem a visita anual das aves migratórias, como Rio Grande do Sul e Pará. A chamada febre do Nilo é provocada por um vírus de origem africana identificado em 1937, em Uganda, e que vem se espalhando por vários continentes. Os sintomas da doença são febre alta e dores de cabeça, mas também pode causar problemas neurológicos e, em alguns casos, até a morte. As informações são da Agência Brasil.

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