Wilson Pedrosa/AE - 29.06.2012
Wilson Pedrosa/AE - 29.06.2012

Avaliação positiva do governo Dilma sobe para 59%

Pesquisa CNI/Ibope indica aumento de três pontos e alcança o maior percentual desde o início da gestão; aprovação pessoal permaneceu em 77%

do estadão.com.br - atualizado às 11h25

29 Junho 2012 | 10h17

O governo da presidente Dilma Rousseff é considerado "ótimo" ou "bom" por 59% dos brasileiros, indica pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira, 29. De acordo com o instituto, este é o maior percentual desde o início do governo.

O resultado supera o obtido na última sondagem, divulgada em abril, quando os critérios foram mencionados por 56% dos entrevistados. Segundo o instituti, o índice atual é reflexo das medidas econômicas adotadas pelo governo. Para 32%, o governo é "regular", contra 34% na sondagem anterior, e 8% o classificam como "péssimo" ou "ruim", índice igual ao apresentado em abril.

Já a aprovação pessoal da presidente permaneceu em 77%. Entre as famílias com maior renda, o índice chega a 84%. Em abril, o resultado geral já era recorde para a avaliação pessoal de Dilma entre as cinco sondagens realizadas desde que chegou à Presidência da República. O índice foi superior ao alcançado pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva para idêntico período no cargo. Em abril, a confiança dos brasileiros na presidente também oscilou: saltou de 68% para 72%.

As áreas do governo melhor avaliadas foram combate à fome e à pobreza e meio ambiente. As piores avaliações ficaram com saúde e impostos. A desaprovação das políticas para educação aumento de 47% para 54%. Já a aprovação da política de juros do governo subiu de 33% para 49%. Nesta sondagem, as notícias mais lembradas pela população foram sobre corrupção e medidas econômicas do governo.

Os resultados são semelhantes aos da última pesquisa. Em abril, as aprovações além das aprovações aos programas de combate à fome e meio ambiente, o combate ao desemprego foi mencionado. As desaprovações também ficaram com a saúde, impostos e segurança pública.

A pesquisa divulgada nesta sexta foi realizada com 2.002 entrevistados entre os dias 16 e 19 de junho em 141 municípios. O levantamento tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

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