Ato ecumênico lembra funcionários da P-36

O ato ecumênico, organizado na manhã de hoje pelo Sindicato dos Petroleiros do norte fluminense, teve a participação de quatro das nove viúvas de funcionários da plataforma P-36 e de mais de 200 trabalhadores da base da Petrobras em Macaé. O ato contou com a presença de um padre católico, de um pastor evangélico e de um representante espírita."A empresa vai esquecer em alguns dias dos que se foram, mas vai lembrar por muito tempo dos milhões de dólares que afundaram junto com eles. Eles não eram considerados vidas humanas, apenas números de matrícula", disse Luzineide Lima, viúva de Emanoel Portela, única a discursar na cerimônia.Ainda hoje acontecem, em Macaé, dois atos em memória dos mortos no acidente com a plataforma P-36. Um deles, fechado à imprensa, ocorrerá a partir das 14 horas no Forte Marechal Hermes. O outro é promovido pela Petrobras, às 16 horas, no clube Cidade do Sol.

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