Assessoria da Funasa nega falta de ambulância para índios

Nesta manhã, a Comissão de Direitos Humanos da OAB vistoriou local onde morava índia xavante

Agência Brasil

01 de julho de 2008 | 20h13

A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) só deve responder às críticas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre as condições de atendimento da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai), onde foi morta a adolescente Jayia Xavante há seis dias, depois que receber formalmente um relatório da OAB. A informação é da assessoria de imprensa da entidade.   Nesta  manhã, a Comissão de Direitos Humanos da OAB vistoriou o local e constatou que o abrigo está em condições precárias. Algumas irregularidades apontadas foram a ausência de um médico plantonista, embora a Casai abrigue cerca de 50 indígenas com doenças graves, e de ambulância.   Mesmo sem resposta oficial, a assessoria informou que a denúncia de falta de ambulância não procede. Segundo a Funasa, existe uma unidade, que no entanto não fica na Casai permanentemente, mas no posto de saúde da Funasa em Brasília, estando sempre à disposição dos indígenas abrigados. A Funasa também considera inadequada a recomendação da OAB de transferir as atividades da Casai para uma propriedade da Fundação Nacional do Índio (Funai), na cidade de Sobradinho, devido à sua proximidade com a área urbana. Segundo a assessoria, em outra oportunidade a Funai já utilizou o local, sem sucesso.   Estas manifestações, no entanto, são preliminares, com base no que a imprensa divulgou sobre a visita da OAB à Casai. Portanto, podem mudar, caso as recomendações da OAB sejam diferentes.

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